
Meus pés descalços afundam na grama molhada e me trazem mais perto de mim. Boca leve, olhos pesados e mãos tremulas. O mesmo vento que brinca com meu cabelo, seca minhas lágrimas e me diz que ainda estou viva. Tudo era cinza.
Talvez eu não queira mais o que chamam de vida. Para nada me serve uma vida assim. Quantas lágrimas são necessárias para viver? Eu posso nadar entre elas. A minha vida não passa de uma simples existência onde não há cor, brilho ou qualquer vestígio de luz. Tudo que há é vago, tudo é vazio.
Três passos e me aproximo do fim... Do fim do chão, do meu fim. Pela primeira vez sinto um desejo sincero de recomeçar, mas essa incerteza é tão humana que me faz lembrar o quanto sou covarde.
Olho para baixo e vejo o mundo, posso até tocar o ar e sentir a vida. Quando olho para cima vejo o mistério e a mim mesma, como em um espelho espiritual.
O claro se torna escuro, o calor se torna frio, o som se torna silencio. Abro meus braços e dou mais um passo. Tarde demais, o tempo já escorreu e agora eu me torno nada.
Talvez eu não queira mais o que chamam de vida. Para nada me serve uma vida assim. Quantas lágrimas são necessárias para viver? Eu posso nadar entre elas. A minha vida não passa de uma simples existência onde não há cor, brilho ou qualquer vestígio de luz. Tudo que há é vago, tudo é vazio.
Três passos e me aproximo do fim... Do fim do chão, do meu fim. Pela primeira vez sinto um desejo sincero de recomeçar, mas essa incerteza é tão humana que me faz lembrar o quanto sou covarde.
Olho para baixo e vejo o mundo, posso até tocar o ar e sentir a vida. Quando olho para cima vejo o mistério e a mim mesma, como em um espelho espiritual.
O claro se torna escuro, o calor se torna frio, o som se torna silencio. Abro meus braços e dou mais um passo. Tarde demais, o tempo já escorreu e agora eu me torno nada.
By: Bruna.
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